sábado, 31 de agosto de 2013

A Thousand Years – capítulo 19 “parque de diversões”


-Eu... hãn... –Justin coçou sua nuca.
-Ele vai dormir aqui, pai. –olhei para Justin e ele me encarou confuso.
-Dormir aqui? No mesmo lugar que você? Nananinanão. –meu pai fez com o dedo o sinal de não. Eu ri com o “nananinanão” dele.
-Ah pai, para disso, a gente é só amigo, amanhã é domingo ainda, qual é o problema?
-Hum... tudo bem, mas com uma condição!
-Diga.
-Ele no sofá e você no colchão.
-Ok. -revirei os olhos- Agora vai deitar que você tem que ficar de repouso.
Meu pai foi deitar e eu voltei ao colchão. Justin se deitou no sofá.
-Achei que seu pai ia me tirar daqui aos chutes. –eu ri com a expressão dele.
-Que nada, meu pai paga de durão, mas é sossegado.
-Uffa. Mas acho melhor eu ficar aqui no sofá mesmo, vai saber se ele não volta aqui.
-Ta, então boa noite.
-Boa noite.
Em questão de segundos, eu estava dormindo.

P.O.V Justin

Ela dormiu antes de mim, e eu fiquei observando seu rosto angelical. A minha vontade era de deitar ao seu lado e dormir abraçado a ela.
Um tempo depois eu já estava dormindo também.
Acordei com Jane me chamando.
-Justin? Acorda ai seu dorminhoco.
-Bom dia pra você também. –cocei meu olho.
-Seu cabelo está lindo ein Justin. –ela riu com a mão na boca.
-Oh, me desculpe senhorita “eu acordo perfeito”.
-Ninguém mandou acordar depois que eu.
-Ta, ta. To indo embora.
-Já?
-Por quê? Quer que eu fique?
-Eu queria fazer alguma coisa hoje, mas já que quer ir embora, vou chamar Susan e Cody. –ela deu meia volta e quando ia subir as escadas eu a chamei.
-Não Jane, espera. Vamos sair então.
-Há! –Ela levantou as mãos, vitoriosa. Eu ri.
-Vai se arrumar que eu ainda tenho que passar em casa.
Ela concordou e eu arrumei meu cabelo rápido e fui pra casa, chegando lá encontrei com minha mãe na sala.
-Justin! E ai, como foi à noite?
-Sossegada. -sorri pra ela- Só vim me arrumar, eu vou sair com a Jane.
-Tudo bem querido, só não volte tarde, amanhã você tem aula. –revirei os olhos e subi.
**
-Então, aonde vamos? –Jane parecia impaciente no carro.
-Espere e verá. –sorri pra ela.

P.O.V Jane

Depois de quase 1 hora, Justin parou em frente a um parque de diversões.
-Não creio que me trouxe aqui. –sorri feliz.
-Gostou?
-Faz séculos que não venho em um!
-Ta, então vem.
Saímos do carro e o Justin pagou as entradas.
Logo que entramos eu vi a montanha russa.
-Eu quero ir! Vamos Justin, vamos logo! –puxei ele pra montanha russa.
Entramos na fila e o Justin não estava com uma cara legal.
-Jane, tem certeza que quer ir nesse brinquedo? Tem mais uns 50 aqui no parque.
-Justin, você ta com medo? –ri abafada.
-Ta, eu não curto muito montanhas russas. –ele abaixou o olhar.
-Ah, para de bobeira, vai da tudo certo.
-Acho melhor eu ficar te esperando aqui fora.
-Nada disso, você vai comigo e pronto! –Fiz bico e por relance Justin selou meus lábios. Senti minhas bochechas corarem.
-Hãn, desculpa... fiz por impulso. –ele coçou a nuca.
-Não faz mal...
-Podem entrar. –a mulher disse para nós.
-“Nos próximos 3 minutos vocês terão que colocar os equipamentos de segurança, guardar as câmeras e celulares, e quem quiser sair do brinquedo, a saída é logo a esquerda.”
Olhei para Justin esperando ele dizer alguma coisa, mas ele apenas apertou seu sinto de segurança e segurou na minha mão, quando menos esperei o brinquedo começou a andar.
**
-Uffa! -tentei retomar a minha respiração normal- Meu cabelo ta bagunçado? -Justin não respondeu, ele estava com os olhos arregalados- Ta tudo bem?
-Ta, só que... eu gostei e tudo mais, mas ela tinha que ter aquelas voltas todas?
-Para disso Justin, foi muito legal. Agora vem cá, vamos ver a nossa foto.
Olhei para o telão e vi nossa foto. Eu estava com as mãos levantadas e gritando sorridente, enquanto o Justin estava com as mãos em mim e os olhos fechados. Eu ri com aquela foto.
-Não gostei da foto. –ele falou emburrado.
-Eu sim. Vou querer uma cópia, por favor. -disse para o homem que estava ali- olha isso, vou guardar essa foto pra sempre. –ri mais ainda.
-Ta Jane, eu entendi que meu medo de montanha russa te faz rir, mas da pra parar, por favor? -ele disse bravo.
-Nossa, me desculpa. –parei de rir.
Sentamos em um banco ali, mas ficamos em silêncio por um tempo, até que ele disse:
-Quer ir embora?
-Na verdade não, mas você parece que sim.
-Não! Eu só... ah, quando eu era menor eu fui numa dessas montanhas russas, e vomitei na menina que eu tinha saído junto, ela saiu correndo e nunca mais falou comigo.
-Hum, entendi, mas deixa isso pra lá Justin. Em que brinquedo vamos agora?
-Que tal o rio bravo?
-Legal!

[continua]


Ain amores desculpa por não ter postado nem ontem e hoj, odeio ficar sem postar mais é que aconteceu uns imprevistos aqui em casa, enfim por causa disso amanhã irei posta dois capítulos (: então tadinho do Justin, tem medo de motanha russa ushahusauhsa ainda bem que Jane e eles se entederam, está na hora deles começarem a namorar gente! até amanhã < 3 

quarta-feira, 28 de agosto de 2013

A Thousand Years – capítulo 18 “Um chupão”


Ela mordeu o lábio inferir parecendo pensar e depois sorriu pra mim.
-Até que não é uma má ideia.
-Então, vai me dar uma chance? –disse animado.
-Sim. –ela falou baixinho.
Fui me aproximando dela, coloquei minha mão em sua nuca e logo nossos lábios se tocaram, formando um beijo intenso.
P.O.V Jane
Eu não podia enganar nem a mim mesma mais, eu queria o Justin só pra mim!
Ele me beijou com uma intensidade que me deixou excitada. Foi me deitando sobre o colchão e a mão dele desceu sobre minha coxa, eu não tinha ideia do que estava fazendo, mas estava bom. Em um movimento rápido eu me virei ficando em cima dele e tirei sua camisa, tendo a linda visão de sua barriga sarada. Mordi os lábios e o beijei novamente. Ele tirou minha blusa e quando foi tirar minha calça ouvi meu pai me chamar.
-Jane, por favor, venha cá. –ele gritou de seu quarto.
Com minha respiração ofegante olhei para Justin e sorri saindo de cima dele.
-Já vou pai. –gritei de volta, vestindo minha camisa.
-Você é tão linda sem ela, porque ta vestindo?
-Nossa, você é safado então? –ri pra ele indo pra cozinha, ele me seguiu.
-Ah, faz parte né?! –ri de novo.
Tomei um copo de água e subi pra ver o que meu pai queria.
-Oi pai, pode falar. –disse entrando no quarto dele.
-Filha, você poderia ir pegar meus medicamentos? Estão tudo no armário do corredor.
-Pode deixar.
Peguei os remédios dele e depois dei pra ele tomar. Eram tantos que quase perdi a conta.
Tomei um banho e vesti meu pijama, já estava tarde.
Voltei pra sala e Justin estava deitado no colchão vendo TV.
-Justin, ta tarde você não acha?
-Fica tranquila, disse pra minha mãe que iria dormir na casa de um amigo.
-Que amigo?
-“Amiga” pra ser mais exato. –ele sorriu.
-Justin, Justin... não acha errado você dormir aqui?
-Que foi? Eu não vou te morder não. –ele deu um sorriso safado.
Eu ri dele, o que ele acha que é?
-Ta, você pode dormir aqui, mas com uma condição.
-Que condição?
-Que vai me esquentar de noite, porque ta frio. –sorri sapeca.
Tava querendo provocar ele um pouco, sempre é bom brincar.
-Hmm, então você quer que eu te esquente?
-Seria bom né? Tipo assim.
Me deitei na frente dele só que de costas, coloquei o braço dele em volta da minha cintura e senti a respiração dele na minha nuca.
-Assim? –ele perguntou quase sussurrando.
-É. -olhei pra ele- O que acha?
Ele não disse nada, apenas me virou e me deu um beijo. Aquele beijo gostoso e calmo. Senti a mão dele na minha bunda e sorri entre o beijo.
-Você é muito safado. –falei baixinho.
-Eu sei. –ele sorriu e me beijou.
O beijo dele foi indo pro meu pescoço e eu senti um chupão lá seguido de uma mordida.
-Justin! –Disse baixo pra não acordar meu pai. Me separei de Justin colocando a mão onde ele tinha chupado.
-Que foi?
-Você me deu um chupão?
-Qual o problema?
-Qual o problema?! -perguntei irônica- Ai meu Deus, isso vai ficar roxo.
Fui até o banheiro do corredor e vi aquele roxo enorme no meu pescoço. Voltei com cara fechada pra sala.
-Não fica assim.
-Justin, olha como isso ficou. –disse mostrando o roxo.
-Nossa, desculpa, não sabia que você não gostava de levar chupão.
-Não é esse o problema, é que se alguém ver, vão ficar falando merda.
-E você liga?
-Claro! Imagina as pessoas vendo isso no meu pescoço e pensando “essa dai teve uma noite daquelas ein”. –disse imitando a voz de um otário.
-Calma princesa, nem ta tão feio assim. –ele disse vindo olhar meu pescoço.
-Ta, agora me deixa dormir. –me cobri me virando pro lado.
-Ah Jane, para com isso. –ele se aproximou de mim.
-Não Justin, me deixa.
-Você não disse que queria dormir assim? –Ele fez do jeito que eu tinha mostrado antes. Eu sorri leve.
-Ta, mas eu quero dormir.
-Tava tão bom o nosso beijo. –Ele me deu um selinho.
-Ai, porque você faz isso? –ele sorriu confuso.
-Isso o que?
-Me deixa louquinha. –sorri e dei um beijo nele.
Ele me deixou em baixo dele e tirou a parte de cima do meu pijama e beijou meu pescoço. Não tinha muita certeza no que isso iria dar, só sabia que estava pronta a qualquer momento.
-Eu poderia dar um chupão onde ninguém visse. –ele falou baixo com uma voz sexy.
-Justin, para com isso. –ri baixo.
Tirei a calça dele e vi o volume na cueca. Quando ia tirar meu short do pijama ouço barulho da escada.
-Filha? –meu pai disse.
Coloquei rapidamente meu pijama e Justin colocou sua calça.
-Pai... você tem que ficar de repouso.
-O que o Justin ta fazendo aqui ainda? –ele olhou o Justin no colchão e arqueou uma sobrancelha. 

[continua]


Aqui está (: Mais um capítulo pra vocês, pra quem queria ver eles mais juntos e.e sahusahua enfim ér isso amores beijos e Boa noite .

terça-feira, 27 de agosto de 2013

A Thousand Years – capítulo 17 “Uma chance pra nós!”


Cheguei lá e Jane tava abaixada no chão com seu pai no colo e chorando...
-O que aconteceu?
-Meu pai, eu cheguei aqui e ele tava caído no chão. Me ajuda a levar ele pro carro.
Levantamos com muito esforço o Senhor Parker, ele não era nem um pouco leve. Levamos ele para meu carro e fomos para o hospital.
**
-E então? –Jane perguntou para o médico.
-Você é?
-A filha dele.
-Pois bem... seu pai quer falar com você.
Elaconcordo e caminhou atrás do médico.
P.O.V Jane
Entrei no quarto e meu pai estava com um tubo de soro no braço.
-Oi. –sorri chorosa.
-Filha... senta aqui. –ele bateu na cama e eu sentei perto dele.
-O que aconteceu com você?
-Filha, eu deveria ter contado pra você há um tempo...
Hã? Contado o que?
-Contado o que, pai?
-Eu... tenho um tumor no cérebro.
Isso foi um choque pra mim. Não poderia ser... eu não posso perder o meu pai.
-Não... –disse num sussurro.
-Me desculpa, eu... deveria ter te contado, mas... fiquei com medo de sua reação...
Não sabia o que dizer, eu estava com medo do que poderia acontecer. Comecei a chorar e meu pai me abraçou.
-Pai, você não deveria ter me escondido. Eu poderia te ajudar antes com isso.
-Ajudar como filha? Eu to com um tumor maligno.
-Eu poderia ter dado mais atenção esses dias.
-Minha filha, ta tudo bem.
-Não pai, não ta tudo bem. –falei chorosa pra ele.
-Com licença? –o médico bateu na porta já entrando.
-Quando vou poder ir embora doutor?
-Na verdade, já pode ir.
-Obrigado.
**
-Mas seu pai ta bem? –Justin perguntou.
-Na verdade, não. –abaixei o olhar.
-Eu sinto muito...
-Não sinta, mas obrigado pela força Justin.
-Você sabe que sempre pode contar comigo.
-É. –eu sorri.
-Mas então... a gente podia fazer alguma coisa hoje pra esquecer um pouco as coisas né?
-Tipo o que?
-Assistir um filme?!
-Legal, mas tem que ser aqui em casa, eu tenho que ficar de olho no meu pai.
-Tudo bem.
Arrumamos umas coisas na sala, colocamos um colchão no chão e uns travesseiros e depois assistimos “cada um tem a gêmea que merece”. Eu fiquei rindo que nem tonta, pra variar.
-Ai meu Deus -disse rindo- essa parte é a melhor.
P.O.V Justin
Que risada gostosa é a da Jane, eu não consegui prestar atenção no filme, só ficava olhando pra ela e sorrindo, olhei para seus lábios rosados e pensei neles grudados nos meus. Um arrepio percorreu pelo meu corpo.
-Acabou. –ela disse e apertou o botão pra desligar.
-Então... hã... o Logan foi embora né?
-Foi hoje cedo.
-Achei que vocês iam namorar, sei lá.
-Porque achou isso? Faz dias que nos conhecemos.
-Ah, vai saber...
-Justin, você tava com ciúmes?
-Eu? Com ciúmes? –ri sarcástico.
-Ta, ta... Mas e ai, o que vamos fazer agora?
-Sei lá.
Ficamos um tempo em silêncio, até que Jane quebrou o silêncio.
-E as namoradas? –hã?
Eu ri.
-Namoradas Jane? Really?
-Ah cara, to sem nada pra falar.
-Ta bom, já que quer saber... Não to namorando.
-Incrível!
-O que?
-O Justin Bieber não está namorando nem pegando ninguém.
-Eu disse que iria mudar, agora eu não quero ninguém além de você, e você sabe disso. –ela corou.
Como eu sou burro, eu falo demais! Senhor...
-Hãn... E a Kely?
-Kely? Eu nem lembrava dessa garota!
-Mas... ela tava dormindo lá na sua casa e tudo mais.
-Jane, minha mãe só estava fazendo um favor pra amiga dela, a Kely ficou lá por 2 dias só, porque a mãe dela teve que ir viajar a negócios. Eu não suporto aquela menina.
Ela suspirou.
-Me desculpa. –ela abaixou a cabeça.

-Hey -coloquei minha mão em seu rosto- não tem que pedir desculpas. Você só tem que entender que eu gosto muito de você. Me da uma chance? Uma chance pra nós?
[continua]


Então será que Jane vai dar uma chance para eles dois? tomara! Sei que todos querem ver  eles Juntos. Tomara também que o pai dela melhore né?! Então é isso amores amanhã a noite posto mais um cap pra vocês < 3 kissess 

segunda-feira, 26 de agosto de 2013

A Thousand Years – capítulo 16 “...meu pai tava caído no chão da sala”


Ele olhou pra mim e segurou minha mão.
-Jane, minha prova foi antecipada pra hoje de manhã, e eu fiz.
-Que ótimo!
-E o resultado já saiu...
-Você passou?
-Sim.
-Nossa que ótimo! –disse feliz, mas ele não retribuiu.
-Ótimo? Jane, eu estou indo embora no sábado.
-Mas esse é o seu sonho.
-Achei que você ia ficar triste.
-Eu estou, porque não vou te ver por um bom tempo, mas agente vai se ver ainda.
-Então, ta tudo bem?
-É claro que ta, só vamos aproveitar o tempo que ainda você tem aqui.
Ele foi se aproximando de mim e então me beijou, o beijo dele mostrava saudades já, e estava tão bom que só paramos quando a falta de ar chegou.
-Vamos jantar então? –concordei e nós fomos para o restaurante.
*No sábado*
-Então é isso... –disse em frente dele.
Logan estava entrando no táxi para ir pro aeroporto.
-Obrigado Jane.
-Pelo que?
-Não sei, só sei que tenho que te agradecer. –sorri pra ele.
-Bobo. –bati de leve em seu ombro.
-Tchau. –ele me abraçou.
-Até sei lá quando. –me separei dele e ele me deu um leve beijo no rosto.
Ele entrou no carro. Eu acenei pra ele e o carro saiu.
Por um momento fiquei triste, porque o Logan era o cara que toda garota quer ter. Ele me fazia bem, mas tem um porem...
É, isso mesmo. Eu gosto do Justin.
To omitindo isso pra mim mesma, cansei disso.
Mas... será que ele gosta de mim ainda?
Peguei um táxi e fui pra casa, precisava de um banho.
**
-Jane, vamos sair? –Susan falava comigo pelo celular.
-Claro. Onde?
-Vamos ao shopping, to afim de fazer umas compras com você.
-Hm... tudo bem. Passo ai em meia hora ok?
-Ta bom. Beijos.
Tomei banho e assim que sai me arrumei
Fui andando até a casa de Susan e nós fomos para o shopping.
**
-E o Logan?
-Ele fez a prova pra passar naquela universidade e passou... 
-Mas ele foi assim, sem mais nem menos?
-Não foi sem mais nem menos né Susan. Ele tinha uma universidade ótima a espera dele.
-Ta né, pelo menos agora você pode se acertar com o Justin.
-Aquele lá acho que não ta nem ai pra mim mais. Não me ligou hoje o dia inteirinho.
-Ta na cara que ele gosta de você né Jane.
-Ta? –levantei uma sobrancelha.
-Claro né sua tosca.
-Ah, sei lá...
-Uhm... mudando de assunto, vai na festa da Cassy?
-Não sei, acho que sim.
-Acho bom mesmo, Cody não ta nem um pouco afim de ir.
-Em falar no Cody, você e ele...? –ela corou.
-Eu e ele nada.
-Nada? Susan, vocês ficaram?
-Nã... Sim. –ela disse por fim.
-Que? E você não me disse nada sua vaca. –dei um tapa no braço dela.
-Aiii, isso doeu. –ela falou passando a mão no braço.
-Ninguém mandou não me contar nada.
-Ah, foi durante o tempo que você esteve fora, eu e ele combinamos não falar nada pra você até soubermos o que queremos de verdade.
-Foram quantas vezes?
-Umas 5... 8... 10... não lembro. –fiquei boquiaberta.
-OMG! –disse num escândalo.
-Cala a boca Jane, meu Deus, que escandalosa. –ela disse olhando em volta as pessoas que nos olhavam.
-Então vocês ainda ficam?
-As vezes... Eu to gostando dele sabe?
-Awwwwwwwn que cute. –disse rindo.
-Idiota. –ela fez cara de taxo.
-Mas me diz ai como rolou a primeira vez.
-Ele foi em casa, foi 1 mês depois que você foi pra clínica. Eu estava com saudades de você, então ele foi em casa e eu acabei chorando no seu colo, mas dai, ele começou a falar coisas pra mim, pra eu ficar tranquila e feliz por você estar lá se cuidando e ficando melhor, dai ele começou a fazer brincadeiras comigo, pra eu rir, e... a gente acabou se beijando. -eu estava apenas escutando de boca aberta- Nas outras vezes foi rolando com o passar do tempo, com o passar das coisas, foi bom até, estava precisando de um cara que me tratasse bem, e ele faz isso comigo. 
-Ain que lindo! Vocês fazem um casal super fofo amiga, amei vocês juntos. Será que da namoro?
-Só Deus sabe Jane, só Deus sabe. -ri
-Ta, agora vamos voltar pra casa, essas sacolas estão pesando.
Ela concordo e voltamos pra casa. Quando cheguei lá meu pai tava caído no chão da sala.
-MEU DEUS, PAI! –gritei soltando as sacolas no chão.
P.O.V Justin
-Acerta logo essa cesta! –Disse pra TV. Tava assistindo o jogo de basquete.
Meu celular toca, era a Jane.
-Justin, pelo amor de Deus, vem já pra cá com seu carro, preciso da sua ajuda agora! –ela disse num desespero, não deu tempo de eu responder nada, coloquei minha camiseta, peguei minha chave e sai correndo.

[continua]


Olá meninas! e ai estão gostando ? espero que estejam isso é importante pra mim, enfim  até o próximo capítulo bjss < 3 boa noite. 

A Thousand Years – Capítulo 15 “A Rebecca não é rica, nem filha da Michely.”


-Não é, minha mãe é a Michely, você não passa de uma mulherzinha pobre.
-Minha filha, me escuta, a Michely é sua tia, eu só te deixei com ela porque não tinha condições de te criar. –a mulher dizia calmamente, pude ver a dor nos olhos dela.
-CALA A BOCA! –Rebeca saiu dali correndo.
Meu Deus, se essa era a mãe dela, Rebeca não é tão rica assim...
Fui pra perto daquela mulher, depois que Rebecca saiu de lá.
-Oi... –disse a ela com um meio sorriso.
-Oi, como posso ajudar mocinha?
-Hm... Sem querer eu ouvi a conversa e... eu sou amiga da Rebecca. -menti- Seria muito insulto a senhora me explicar essa história? –disse do jeito mais gentil que pude.
-Bom, se você é amiga da Rebecca, pode entrar. –ela disse abrindo a porta.
Sentamos no sofá. Ela respirou fundo e começou a falar:
-Então... Quando Rebecca nasceu, eu e o pai dela não tínhamos condições de sustentar ela, mal podemos nos sustentar. -ela abaixou o olhar- Eu tive que dar a guarda dela para minha irmã, que tem uma grande empresa de negócios e tudo mais.
Nossa!
-Mas então, você é a verdadeira mãe da Rebecca?
-Sim. –ela disse tristonha.
-Mas, porque ela te trata tão mal assim? Você é tão gentil.
-Rebecca não gosta da minha vida pobre, ela prefere a vida de riqueza, de fortuna e tudo mais. Mas apesar de tudo eu a amo, mas ela não percebe isso.
-Sinto muito.
-Não sinta...
-Hãn... Obrigado por dizer o que aconteceu, e me desculpe por qualquer incomodo.
-Não foi incomodo querida.
Me levantei e fui até a porta.
-Até mais senhorita...?
-Carmem.
-Tudo bem Carmem.
-E você é?
-Não precisa saber meu nome. –sorri simples pra ela.
-Mas... -antes que ela pudesse dizer mais alguma coisa, eu sai dali.
**
-Jane? –Justin bateu na porta do meu quarto já entrando. Eu estava deitada na cama pensando.
-Oi Justin.
-Te liguei, mas você nem me atendeu.
-Eu descobri uma coisa Justin, que pode me ajudar!
-Ajudar? Hã?
-Senta ai. –disse me sentando na cama, o fazendo sentar também.
-Ta, começa a falar.
-A Rebecca não é rica, nem filha da Michely.
-Que? –ele disse surpreso.
-É verdade. Quando eu sai da escola, resolvi pegar um caminho diferente,  dai eu vi ela falando com uma mulher humilde, e ela dizia que ela era a mãe da Rebecca.
-Nossa, mas... o que pretende fazer?
-Calma, você vai ver. –disse sorrindo pensativa.
-Jane, Jane, olha lá o que você vai fazer ein.
-Mas Justin, pensa: essa é a hora de eu me vingar de TUDO o que ela já fez pra mim.
-A vingança nunca é o caminho certo Jane, deixa isso pra lá, por favor.
-Não Justin, eu sofro na mão dessa garota desde sempre, agora ta na hora de dar o troco, finalmente!
-Tudo bem né, se você quer tanto isso.
Meu celular tocou e era Logan.
-Oi Logan.
-Oi princesa, quer sair?
-Sair? Hm... Ok.
-Ta, te pego em 1 hora.
Desliguei o celular e Justin me olhou.
-Que foi? –perguntei olhando pra ele.
-Nada.
-Ta, hãn... vou me arrumar pra sair com o Logan.
-Já to indo. –ele disse levantando as mãos.
-Tchau né. –disse mostrando minha bochecha para que ele me desse um beijo.
-Ih, quer beijo?
-Sim! –fiz bico.
Eu fechei os olhos e senti seus lábios na minha bochecha. Foi um beijo na bochecha longo. Abri os olhos lentamente.
-Tchau. –ele disse sorrindo.
-Até mais. -sorri corada
Ele saiu e eu fui pro banho. Assim que sai me arrumei e olhei no relógio, eram 18h30. Logan buzinou e eu desci, não fazia ideia da onde ele iria me levar.
-Oi. –disse dando um selinho nele.
-Oi princesa.
-Então, onde vamos?
-Quero te levar pra jantar, mas antes, vamos dar uma passadinha em um lugar ok?
-Tudo bem. –sorri e ele deu a partida.
**
-Nossa Logan, que lindo. –olhei para aquela lua gigante brilhando.
Ele tinha me levado ao parque, que de noite era lindo.
-Sabia que você ia gostar.
-E, porque exatamente me trouxe aqui?
-Eu queria te contar uma coisa...
-Que coisa?
[continua]


Eei amores, então como prometido está ai o cap 15 (: enfim o que será que o Logan tem pra dizer pra Jane? hususahsahu só saberão hoj a noite haha. até mais meninas < 3

domingo, 25 de agosto de 2013

A Thousand Years – Capítulo 14 “não tem nada além de antigas marcas”


-Esta tarde, acho que devo voltar pra casa.
-Tudo bem, eu te levo.
Ele me levou pra casa e assim que parou o carro em frente de casa, antes que eu saísse ele me puxou pra um beijo. Ai senhor, o que eu faço agora ein?!
Entrei em casa e meu pai estava na cozinha.
-Boa noite querida.
-Oi pai. Ta fazendo o que?
-o Jantar.
-Hmmm. E o que temos para o jantar?
-Lasanha de presunto e queijo.
-Estou faminta. Vou só tomar um banho antes. –sorri e depois subi para meu quarto.
Tomei um banho e coloquei um short e uma camiseta simples. Desci e o jantar já estava na mesa. Me sentei e me servi. Meu pai fez o mesmo.
-Então filha, esse menino que você ta saindo...
-Ah pai, ele é um cara legal.
-Tome cuidado Jane, não quero que você se meta em encrenca.
-Encrenca? Pai, ele é um homem já, tem 20 anos e está prestes a fazer uma prova para a universidade de Harvard. –meu pai arregalou os olhos.
-Nossa, então esse garoto tem um potencial grande.
-Tanto tem que eu sei que ele vai passar nessa prova.
-Ele vai prestar que curso?
-Medicina.
-Meu Deus, eu realmente retiro o que eu disse.
-Eu te disse que ele é um cara legal. –sorri para meu pai.
Depois que terminamos o jantar, ajudei ao meu pai com a louça e depois fui dormir, amanhã teria aula...
P.O.V Justin
Levantei com meu celular despertando. Fui cambaleando até o banheiro e tomei uma ducha gelada pra me acordar. Quando sai, me arrumei peguei minha mochila, meu celular, minha chave do carro e desci. Eu estava totalmente atrasado para a aula, então sai correndo sem ao menos ver minha mãe.
Cheguei na escola e fui direto pra minha sala.
-Com licença senhor Sidney, eu poderia entrar?
-Atrasado de novo Bieber?
-Me desculpe, eu perdi hora.
-Tudo bem. Sente-se que eu vou entregar a prova agora.
O que?? Prova? Meu Deus, eu tinha me esquecido da prova de Matemática. To ferrado, não estudei nada!
Me sentei na única cadeira vazia que tinha, ao lado de Jane.
Ela me olhou, mas depois desviou.
Me sentei quieto e o professor entregou a prova.
**
-Jane, espera. –disse andando atrás dela.
-O que foi Justin?
-Só por causa do que eu te disse ontem, você vai fugir de mim?
-Não... é que... eu te disse que to confusa. Preciso pensar, e ficar perto de você não me ajuda.
-Ah, me desculpa. –disse me virando, mas ela me puxou.
-Tudo bem, pode ficar. Susan e Cody faltaram mesmo.
Sorri pra ela e fomos para o jardim da escola. Ficamos conversando até que a turminha idiota do Brad veio me encher o saco.
-Então os idiotas estão juntos agora? Que lindo, o casal dos lesados.
-Brad, da um tempo.
-Tempo? Por quê? É legal! –Rebeca disse sorrindo falsa.
-Rebeca, faz um favor? Some da minha vida. Ela tava boa até agora. –Jane disse e sorriu irônica.
-Ah com certeza, viver se cortando e vomitando é uma ótima vida.
Eu não acredito que ela disse isso.
-Sabe Rebeca, eu já fiz isso sim, mas olha, -ela mostrou os pulsos- não tem nada além de antigas marcas. Eu estou realmente muito impressionada com sua infantilidade de usar o meu passado contra mim mesma.
-Que seja. –Rebeca disse e saiu com mais umas meninas, mas Brad continuou ali.
-Olha Bieber, você realmente está me impressionando. Como um cara que no passado tinha uma vida igual a minha, hoje está ai pagando de bonzinho.
-Não, eu nunca tive uma vida igual a sua, eu apenas fazia aquilo porque eu achava legal, mas eu percebi que não é nada legal. Você poderia fazer o mesmo não é? Eu aposto que se alguém maior e mais forte que você, ficasse te zoando o tempo todo, enfiasse sua cabeça em vasos sanitários, te jogasse no lixo e tudo mais, você não iria gostar nada nada. Então por favor, se toca, porque você pode melhorar, basta querer.
-Há. -ele soltou uma “risada” irônica- Olha só, você é um completo otário. –se virou e saiu com o resto do bando.
-Relaxa Justin, esses caras não valem nada.
-Eu sei, mas eles me irritam.
-Achei que aqueles caras que estão com o Brad tinham se tocado e voltado a falar com você.
-Bom, no tempo que você esteve fora eles até vieram falar comigo, mas coisas do tipo “não estamos com nada contra você, mas você sabe cara, nós temos uma reputação com Brad, então vamos continuar com ele”. Patéticos.
-Nossa, que idiotas. Mas pode crer, uma hora esses caras se tocam.
O sinal tocou e nós fomos para a aula.
P.O.V Jane
Quando a aula tinha acabado, Justin já tinha ido embora, ele falou que tinha alguma coisa pra fazer, mas eu não me importei.
Resolvi pegar um caminho diferente, eu não tava muito afim de ir pra casa. Tava passando em uma rua com casinhas simples, digamos que seria classe baixa, mas eu não me importei, até que vi Rebeca, mas... o que ela tava fazendo ali?? Eu sei que não é certo, mas me escondi atrás de uma árvore grande e larga e comecei a ouvir a conversa dela com uma mulher.
-Eu não quero ficar aqui com você! –Rebeca disse com raiva.
-Mas querida, eu sou sua mãe.

MÃE??
[continua]


ooi amores eu ia postar ontem mais uns vândalos aqui na cidade mexeram nos fios da internet e acabou dando problema, mas aqui estou eu de volta! enfim por ter acontecido isso amanhã quando eu chegar da escola eu posto e a noite posto outro < 3 é isso meninas até a próxima bjss .