quinta-feira, 5 de setembro de 2013

A Thousand Years – capítulo 24 “Susan e Cody”


-Ta muito frio aqui! –Susan reclamou.
-Eu disse que você deveria estar mais agasalhada. –Retrucou Cody. Eles pareciam estar tão juntos, será que estão namorando e não me contaram?
-Calma Susan, trouxe blusas a mais, posso te emprestar.
-Obrigada amiga.
Fomos para o carro buscar a blusa e aproveitei que estávamos longe dos meninos e resolvi perguntar sobre “Susan e Cody” e se tava rolando algo mais sério.
-Então Susan... você o Cody...?
-A GENTE TA NAMORANDO! –ela parecia querer contar isso mais do que eu queria saber.
-MEU DEUS!!! –pulei animada com ela.
-É amiga, nem eu to acreditando nisso. Nesse tempo que você ficou no hospital, eu estava mal e ele me acolhei mais do que nunca. Acabou rolando... você sabe. –ela corou.
-Não creio Susan! Sua primeira vez? –sussurrei pra ela.
-Sim, e foi muito mágico. Queria ter te contado assim que aconteceu, mas... –ela pareceu se entristecer.
-Eu estou aqui, certo? -ela concordou- Isso é o que importa.
-Eu te amo Jane, não quero que nada de mal aconteça com você. –ela me abraçou.
-Eu também te amo Susan e te prometo que nada vai acontecer comigo.
Voltamos para perto dos meninos, que já tinham arrumado tudo para nós.
Dois grandes lenções esticados sobre a areia, uma fogueira pra nos aquecer [apesar de estar dia], outra toalha de mesa com umas coisas para fazer sanduiche, e um violão esticado ao lado de Justin. Me sentei ao seu lado e Susan ao lado de Cody, claro.
-Estou com fome. –Disse. E eu estava mesmo.
-Quer que eu te faça um sanduiche? –Justin perguntou.
-Pode deixar que eu faço Jus.
-Não, eu faço. –ele insistiu, eu concordei.
-Quer um também Susan? –Cody perguntou.
-Sim.
-Pode deixar que eu faço o de todos, Cody. –Justin disse.
-Não, eu te ajudo. –Cody disse.
Eu e Susan ficamos em um canto falando baixinho como era fofo os garotos quererem preparar as coisas pra gente.
**
Já passava das 6 da tarde, estava com sono, mas queria ver o sol se por. Aconcheguei-me ao lado de Justin me cobrindo um pouco mais com o cobertor e apreciei aquela vista linda do sol.
-É muito lindo isso. –disse num tom calmo.
-Não tão lindo quanto você, Jane. –Justin disse e eu olhei nos olhos dele.
Não aguentei, tive que rir.
-Isso soa clichê Justin.
-Ah me desculpa então se quis ser fofo e não consegui. –ele fez bico.
-Não é isso... -sorri pra ele- não precisa dizer frases de internet pra mim. –o selei.
-Eu te amo tanto.
-Te amo mais.
Beijei ele e ele veio deitando em cima de mim, quando ouvi alguém pigarrear.
Susan.
-Desculpe atrapalhar vocês, mas estamos em uma praia pública, e já esta ficando tarde.
-Ok. -rimos todos- Vamos embora então.
Cody levou Susan para sua casa em seu carro e eu fui embora com Justin.
Assim que ele parou o carro em frente de casa, tirei o sinto e dei um beijo nele.
-Obrigado.
-Pelo que?
-Por ser quem você é, por cuidar de mim de um jeito meigo e lindo, por me tratar como qualquer outra mulher adoraria ser tratada, por tudo Justin, obrigado.
Ele apenas sorriu e me deu um beijo, mas não foi apenas um beijo, foi um beijo calmo e nele eu poderia sentir todo o amor que nós sentíamos um pelo outro.
[continua]

Geeeeeeeeeeeeeente, não deu pra mim posta ontem poq tive que sair, me desculpem... Mas irei postar mais um cap agora shuahuasa perem .

terça-feira, 3 de setembro de 2013

A Thousand Years - capítulo 23 “um milagre”


Quando menos esperei, senti sua mão apertando a minha. Olhei pra ela sorrindo e gritei por uma enfermeira.
-Alguém, por favor, vem pra cá! Ela está reagindo, ela apertou minha mão!
Começaram a entrar médicos naquela sala e me afastaram dela um pouco, mas eu não me importava, ela tinha reagido!
Os médicos começaram a comemorar quando ela abriu os olhos.
-Justin? Justin?
-Estou aqui minha princesa. –abracei ela a aconchegando aos meus braços.
-Meu Deus, isso é um milagre. –um dos médicos disse.
**
-Me desculpa Justin. –ela estava começando a chorar. Limpei a lágrima que estava caindo.
-Não, eu tenho que me desculpar.
-Eu te amo.
-Eu te amo mais.
*uns dias depois*
P.O.V Jane
Abri a porta de casa e estava tudo escuro, quando acendi a luz me surpreendi.
-BEM VINDA JANE!
Minha mãe, meu Pai, meus amigos, estavam todos ali me esperando!
Abracei todos, quando chegou na minha mãe eu a abracei forte. Apesar de tudo ela era minha mãe e eu a amava.
-Eu sinto sua falta mãe. Me desculpa.
-Eu te amo Jane.
-Também te amo mamãe. –chorei em seu ombro.
**
Já era noite, todos tinham ido embora, minha mãe tinha levado meu pai de volta para o hospital e Justin estava me ajudando a arrumar as coisas. Quando acabamos eu me deitei na cama, ele se deitou ao meu lado.
-Jane, me promete que nunca mais vai fazer isso.
-Eu prometo! –olhei em seus olhos.
-E eu te amo. –ele sorriu pra mim.
-Ama nada. –sorri.
-Amo sim. Amo tanto que deixei de andar com aqueles que me fazem mal pra ficar com você.
-Hm. Então repete?
-O que? Que eu te amo?
-Uhum. –ri pra ele.
-Dengosa. Eu te amo.
Ele me beijou e aquele beijo foi ficando intenso. Ele ficou por cima de mim e segurou na minha cintura com força, o que me deixou excitada.
Eu sei que tinha acabado de sair do hospital, mas o que é de mal lembrança tem que ser substituído por boas lembranças.
Comecei a tirar minha blusa e Justin disse:
-Tem certeza?
-Com você? Certeza absoluta! –sorri pra ele e ele voltou a me beijar.
Ele tirou sua camisa e começou a dar leves beijos no meu pescoço. Tirei minha calça e ele a dele. Sorri ao ver o volume na sua cueca.
-Você tem camisinha? –ele me perguntou.
-Sim. –me inclinei pra gaveta ao lado da minha cama e peguei a camisinha.
Justin tirou a cueca e colocou a camisinha e eu tirei minha calcinha.
Ele encaixou e devagar empurrou pra dentro e com isso dei um leve gemido.
Aquilo doía, mas ao mesmo tempo era prazeroso.
Ele começou com movimentos lentos e depois foi acelerando. Eu dava beijos nele para abafar os gemidos. Quando menos esperei entrei no orgasmo e pelo que eu percebi, ele também. Ele se deitou ao meu lado e eu coloquei a minha cabeça sobre o peito dele e acabei pegando no sono.
**
-Jane? Acorda.
-Ahn? Que horas são?
-12:00. Eu dormi aqui.
-Ai meu Deus, será que minha mãe viu alguma coisa?
-Acho que não... hoje de manhã eu desci pra tomar água e ela nem estava aqui.
-Ela deve ter saído, ou dormido no hospital.
-Mas e ai, o que ta pensando em fazer?
-Não sei... talvez ficar deitada na cama o dia inteiro com você. –sorri dando um selinho nele. Ele sorriu de volta.
-Bobona, vamos sair aproveitando a sua volta.
-Sair pra onde?
-Vamos ver seus amigos.
-É, uma boa. Dai a gente pode ir à praia.
-Mas ta frio.
-Não pra nadar, apenas pra olhar as ondas... sentir a brisa do mar, talvez tomar um sorvete, sei lá. –sorri.
-Tudo bem.
Mandei uma mensagem para Susan:
-“Oi amiga! Vamos sair?”
Logo ela respondeu:
-“Claro, onde?”
-“Pra praia, mas não pra nadar, apenas pra se divertir, tomar um sorvete talvez, cantar e essas coisas, podemos ficar lá a tarde toda. Que tal?”
-“É uma boa.”
-“Ok, nos encontre lá daqui 1 hora, chame o Cody. XX”
-“Tudo bem. Até depois”
-Falou com Susan? –Justin perguntou.
-Sim, ela e Cody vão nos encontrar na praia daqui 1 hora. Vou tomar banho ta amor?
-Posso ir junto? –ele sorriu malicioso.
-Claro, porque não? –sorri de volta pra ele e fomos para o banheiro.
[continua]

Oiii amores da minha vida, tivemos uma parte hot ai e.e ahusahususahusa então gente tava pensando em fazer uma 2 temporada de ATY o que acham ? comentem ai bjss < 3

segunda-feira, 2 de setembro de 2013

A Thousand Years – capítulo 22 “uma recaída”

Entrei em casa e bati a porta com força.
-Opa, aconteceu alguma coisa filha? –meu pai perguntou da sala.
-Sim. Tudo. –disse e corri pro meu quarto.
Tranquei a porta e me joguei na cama de barriga pra cima. Eu estava pensando em fazer isso, mas eu sabia que não poderia. Mas não estava aguentando!
Comecei a pensar em coisas boas como me disseram na clinica. Liguei o rádio e estava tocando “I won’t give up” então eu comecei a chorar. Eu estava louca? Acho que essa história de destruir a Rebecca tinha ido longe demais.
A vontade de me cortar vinha mais e mais vezes. Só de pensar que o cara que eu amo me deu um fora, meus melhores amigos saíram de perto de mim e tudo por minha culpa!
-AAAAAAH, EU NÃO AGUENTO MAIS! –gritei e corri pro banheiro.
Lá tinha uma tesoura e então eu peguei ela e forcei no meu pulso, até que começou a sair o sangue. Forcei várias e várias vezes no meu braço inteiro, até que ouvi batidas na porta.
 -Jane, abre essa porta agora!
P.O.V Justin
Eu estava com um pressentimento ruim. Jane saiu da escola pisando forte e seus amigos não estavam com ela. Depois de um tempo de tudo aquilo ter acontecido resolvi ir pra casa de Jane, estava pressentindo uma coisa, e não era nada boa.
Toquei a campainha e ninguém atendeu, até que ouvi gritos no andar de cima.
MEU DEUS!
Percebi que a porta não estava trancada então entrei correndo e subi as escadas. Vi pai de Jane batendo na porta o mais forte que podia, mas ele estava fraco por causa do câncer. Pude ouvir o choro de Jane, então resolvi arrombar a porta.
Ela estava jogada no chão, toda ensanguentada.
Oh meu Deus, ela teve uma recaída e se cortou.
NÃO, NÃO!!
Peguei ela no colo, meio desacordada.
-Justin? Por favor, não sai de perto de mim. –ela disse com um pouco de dificuldade.
-Por favor, Justin, leva ela pro hospital. Eu mal consigo levantar daqui. –Hector mal podia falar de tão fraco que estava.
Corri pro meu carro com Jane no meu colo e assim que coloquei ela dentro do carro, liguei e sai correndo.
**
-Por favor, algum médico? Minha namorada teve uma recaída e se cortou muito! Por favor, alguém ajude! –gritei entrando no hospital.
-Se acalme senhor, os médicos estão vindo.
-Jane, fica aqui comigo ta? Não fecha os olhos, fica comigo, não vai embora. –disse já chorando.
-Eu te amo. –ela disse quase num sussurro .
-Eu te amo mais.
Os médicos vieram apressados e tiraram Jane do meu colo colocando ela em uma maca e levando ela para uma sala.
-Senhor, preciso que você preenche esta ficha para a paciente.
Preenchi aquela ficha e liguei para casa de Jane para ver se estava tudo bem com Hector. Ele disse que estava bem e que não tinha como vir, pois mal ficava de pé.
Me sentei na sala de espera e coloquei as mãos sobre meu rosto e chorei.
**
-Então? –perguntei para o médico.
-Senhor, Jane perdeu muito sangue e por isso acabou entrando em coma. Eu sinto muito.
-Mas... eu posso doar sangue pra ela!
-Isso não é problema. Nós temos o tipo de sangue dela aqui no hospital. O problema é que de alguma forma, isso afetou psicologicamente o cérebro dela, por isso o coma. É complicado de se explicar.
-Tem previsão de quanto tempo esse coma vai durar?
-Não. Me desculpe. –o médico disse e saiu.
-Não pode ser. –cai ajoelhado no chão com as mãos no rosto.
Minha Jane, em coma? Não.
Fui para casa dela falar com Hector.
-Hector?
-Justin. -ele se levantou do sofá- Como ela está?
-Ela... ela entrou em coma. -disse por fim, abaixando a cabeça. 
Ele se estremeceu inteiro que até eu pude ver e se bambeou para o lado, antes que ele caísse eu o segurei o levando para o sofá.
-Minha filha, em coma?
-Me desculpe Hector.
-A culpa não é sua.
P.O.V Narrador
Aquela recaída com certeza foi uma das piores coisas que aconteceu em sua vida, e na vida nos que estavam a sua volta.
Justin não conseguia prestar atenção em mais nada, sua cabeça vivia em Jane. Ele começou a cuidar de Hector depois do acontecido daquele dia, pois Hector avia piorado com a notícia do coma de sua filha, então Justin ia visita-lo todos os dias até que Hector teve que ser internado no mesmo hospital de sua filha porque sua saúde estava em perigo e ele tinha que ficar sobre controle dos aparelhos.
A mãe de Jane avia ido visita-la, e assim que soube da noticia de que Hector tinha ficado internado, ela resolveu ficar por Atlanta até que tudo começasse a se resolver.
Os amigos de Jane, Cody e Susan, ficaram chocados também com a notícia. Susan sentiu um pouco de culpa pelo acontecido, pensava ela “se eu não tivesse brigado com Jane aquele dia, ela poderia estar bem agora”, mas estava enganada a amiga, porque tudo aconteceu por um deslize de Jane. Ela sabia que algo parecido poderia acontecer se ela extrapolasse com a ideia de se cortar de novo, mas não. A teimosa insistiu em fazer o ato.
O que todos não sabiam era que Rebeca se preocupou com Jane também, e ia visita-la quantas vezes podia. Tudo aquilo teve uma ponta de culpa de Rebeca, por sempre ter implicado com Jane a troca de choros e cortes. Depois do dia em que tudo foi revelado, Rebeca ficou sozinha. Todos a abandonaram quando a verdade foi dita, então ela avia percebido que a as amizades na verdade eram apenas por interesse .
6 meses se passaram e mais um ano chegou e Jane ainda estava em coma.
P.O.V Justin
Estava lá olhando seu rosto angelical, segurando sua mão gelada.
-Me desculpa por tudo Jane, eu errei em ter te feito sofrer por tantos anos, eu errei em não perceber a pessoa que você era, eu errei! Eu te amo tanto e queria que você tivesse pelo menos me ouvindo pra saber que se eu pudesse voltar no tempo, teria impedido tudo aquilo.
Abaixei sobre sua mão e chorei, não aguentava ver minha princesa daquele jeito.  
[continua]


Oi gente (: Quero dizer que A Thousand Years está nos seus últimos capítulos, infelizmente... mas quem sabe eu não volto a escrever mais ib's aqui no blog , enfim acho que esse capítulo foi um pouco triste, eu chorei escrevendo hushuauash mas eu também sou uma chorona, choro por tudo, Comentem ai, bjs < 3 

domingo, 1 de setembro de 2013

A Thousand Years – capítulo 21 “exame de DNA”


Depois que vimos o treino de basquete fomos embora. Justin disse que iria me levar embora, então esperei ele em frente seu carro. Assim que entramos ele perguntou:
-Quer ir fazer alguma coisa hoje?
-Não sei... tava pensando em fazer uma coisa ai, mas deixa pra lá.
-O que?
-Não é nada.
-Jane! Você ta se metendo em encrenca?
-Claro que não Justin, para com isso. –ele parou em frente de casa.
-Quer saber, eu nem vou falar mais nada.
-Ta. Tchau. –sai emburrada e ouvi o som do carro saindo.
Entrei em casa e fui ver como meu pai estava e ele disse que estava bem. Comi alguma coisa e depois fui tomar banho. Vesti uma roupa qualquer e decidi que iria fazer isso mesmo! Todos precisam saber a verdade. Peguei minha bolsa e meu celular e fui em direção à casa da Carmem.
**
Toquei a campainha e logo Carmem atendeu.
-Oi mocinha, você por aqui? –ela sorriu.
-Sim, eu estava passando por aqui e... me deu uma vontade de ir ao banheiro e aqui era o mais próximo que eu conhecia.
-Oh, tudo bem querida, pode vir aqui. –ela me guiou até o banheiro.
-Me desculpe mesmo, é que estou muito apertada. –sorri envergonhada pra ela.
-Está tudo bem, fique tranquila, você é muito gentil e por isso pode vir aqui quando precisar.
-Obrigada.
Fechei a porta do banheiro e procurei uma escova de cabelo, que provavelmente tivesse algum cabelo ainda lá. Assim que achei peguei uns 2 fios, que pareciam ser de Carmem, e coloquei em um pequeno plástico junto com uns fios de cabelo de Rebeca que puxei “sem querer” e coloquei na minha bolsa. Quando acabei, dei descarga disfarçando, passei uma água nas mãos e sai indo para a sala onde Carmem estava.
-Querida, quer tomar um café comigo?
-Ãhnn é que... eu estou atrasada, tenho que... fazer o jantar para meu pai.
-Ah, que pena. –ela parecia desapontada.
-Passo aqui outro dia, tudo bem? Me desculpe por vir aqui só para usar o banheiro.
-Não se preocupe, está tudo bem. –ela sorriu e me acompanhou até a porta.
Assim que sai de lá procurei Susan e pedi para que ela me levasse a um lugar.
P.O.V Justin
Eu já estava preocupado com o que Jane estava se metendo, mas ela esta toda irritadinha com isso de eu querer saber o que ela ta aprontando. De noite eu liguei pra ela, mas ela não me atendeu, então eu resolvi tomar um banho e dormir, já não estava mais aguentando ficar com os olhos abertos.
**
-Hey Jane! -disse a alcançando do outro lado do pátio- onde esteve ontem de noite?
-Eu... é... estava na casa da Susan.
-Sei...
-Aff Justin, é verdade!
-Ta bom então.
-Você e sua desconfiança chata.
-Ta Jane, faça o que quiser. Eu sei que você está aprontando, mas já que você não tem confiança o bastante pra contar pra mim as coisas , acho que não tem confiança o bastante pra continuar junto comigo.
-Justin, olhe bem o que você está dizendo! –ela franziu a sobrancelha.
-Olha, você está paranoica com essa ideia de destruir a Rebeca com alguma coisa.
-Não, por favor.
Eu simplesmente me virei e sai do pátio deixando ela lá sozinha. Isso já estava me deixando irritado. Será que a Jane não confia em mim? Pra ficar de segredinho comigo, acho que não confia mesmo.
*alguns dias depois*
P.O.V Jane
Consegui! Peguei aquele exame de DNA e mandei tirar umas 200 cópias. Era hoje o dia que todos da escola iriam saber a verdade.
O exame dizia “Rebeca Scott Baker tem o sangue compatível com o de Carmem Scott Juliet, portanto, a mesma é mãe biológica de Rebeca Scott Baker”. Em baixo, em outra folha, eu coloquei só pra ressaltar “Viram? A Rebeca não tem mãe rica! Carmem é uma pessoa humilde que mora em uma rua de classe baixa aqui em Atlanta e Rebeca despreza totalmente Carmem só pelo fato dela não ter dinheiro. EU VI! Todas as pessoas que ela zombou por ser rica, era tudo mentira. Ela não passa de uma menina mentirosa e metida, não tem moral pra dizer e nem mandar em nenhum de nós. “
Quando todos estavam dentro das salas de aula, sai do banheiro e comecei a colar um em cada parte. Nos armários, nas paredes, nas portas, em tudo. Em menos de 1 hora tudo estava colado pela escola inteira. Assim que acabei o sinal bateu e eu sai do banheiro disfarçando e as pessoas estavam pegando as folhas e lendo impressionadas. Rebeca logo saiu correndo pelo corredor para fora da escola chorando.
Ela mereceu tudo isso, por todos que ela zoou um dia, por ela ter me zoando também.
Logo Justin veio em minha direção.
-Você que fez isso? –ele perguntou em um tom surpreendente.
-Sim. Gostou? –sorri de canto feliz por ter feito tudo isso sozinha.
-Não! Jane, você acabou com a garota em publico. Isso era pra ser um segredo dela de família! Olha o que você fez com ela! Eu realmente não te conheço mais. –ele saiu em direção onde Rebeca tinha ido.
Ele não poderia dizer aquilo pra mim! Rebeca já me humilhou na frente de todos, quando eu era menor, agora, sempre. Eu tinha o direito de revidar.
Susan e Cody vieram até mim.
-Jane, foi você?
-Foi sim Susan.
-Tudo bem que ela merecia, mas... você tinha que pegar pesado? –Cody disse.
-Até vocês vão ficar contra mim? –perguntei irritada.
-Não estamos contra você Jane, estamos do lado certo, e não é nada certo dar o troco na mesma moeda. –Susan disse e saiu junto de Cody.
Peguei minhas coisas e sai irritada pra casa. Avistem Justin falando com Rebeca.
Que se foda eles também. A menina faz piadas comigo a vida inteira, agora que eu dou o troco todo mundo fica do lado dela? Até aqueles que foram motivos da piada dela também? Ah, vão à merda.
[continua]

E ai gente, o que acharam da atitude da Jane? Acho que ela não deveria ter pegado pesado, agora sofreu as consequências, mais também bem que a Rebeca poderia mudar e não maltratar todos. Comentem ai o que acharam. Até o próximo capítulo.  

A Thousand Years – capítulo 20 “logo todo mundo vai saber.”


-Até amanhã então. –Ele disse no
carro. Estávamos em frente de casa.
-Até. -Beijei seu rosto e sai. Abri a porta já perguntando pelo meu pai- Pai?
-To aqui na cozinha filha.
-Ah ta. -fui pra cozinha- Ta tudo bem?
-Sim. E ai, se divertiu?
-Aham, Justin me levou em um parque de diversões. –disse animada.
-Que legal! Agora, Jane, me diga. O que vocês tem juntos?
-Hãn... nada, somos apenas amigos. –olhei para o lado.
-Amigos? Sei...
-É verdade pai!
-Você sabe que pode me contar a verde, não sabe?
-Tudo bem, a gente já se beijou e tudo mais, mas não estou namorando ele.
-“...e tudo mais”? Vocês já...?
-NÃO! –disse desesperada.
-A ta. Achei que minha filha já estava crescendo.
-E estou ué, uma hora ou outra vai ter que aceitar isso.
-Mas pelo amor de Deus Jane, me diga que você ainda é virgem.
-Pai, eu sou sim! Nunca namorei ninguém, porque não seria?
-Tudo bem. –ele soltou um ar de alivio.
-Agora eu vou tomar um banho, estou toda soada.
-Eu vou pedir pizza, do que vai querer?
-Pede uma de portuguesa.
-Ok.
Subi pra tomar um banho e depois me sequei e coloquei meu pijama. Desci pra comer e depois voltei pro meu quarto pra dormir.
Acordei com o despertador. Essa não! Escola.
Levantei cambaleando e fui me arrumar
Peguei minha mochila e desci pra tomar café. Quando estava quase terminando de escovar os dentes eu ouço o barulho de uma buzina. Desci correndo e abri a porta. Era o Justin.
-O que faz aqui?
-Entra no carro ou vamos chegar atrasados. –sorri pra ele e fui pegar minha mochila.
-Porque veio me buscar? –disse fechando a porta do carro.
-Não posso?
-Claro que pode, mas sei lá, nem avisou que vinha e tal... –ele sorriu.
-Pode deixar que na próxima eu aviso.
Chegamos na escola e descemos do carro. Logo fui ao encontro de Susan e Cody. Justin veio atrás de mim.
-Hey Jane! –Susan veio me abraçar.
-Bom dia Cody. –sorri pra ele e depois o abracei.
O Sinal tocou e entramos na sala.
 Primeira aula era de Literatura, e eu amava literatura.
-“Lutar pelo amor é bom, mas alcança-lo sem luta é melhor”. Rebeca, você pode me dizer quem é o autor dessa frase?
-Hãn... Johnny Depp? –Eu e a turma toda rimos com a resposta dela. Até parece que ela iria responder direito.
-William Shakespeare- eu respondi.
-Muito bem senhorita Parker.
Olhei para Rebeca e ela tava com aquela cara de nojo que só ela sabe fazer. Eu ri sem mostrar os dentes.
**
-Querendo dar uma de boazuda é Parker? –Rebeca vinha em minha direção com suas “cadelinhas” no corredor, tinha acabado de sair da aula de Literatura.
-Acho que depois da sua resposta, todo mundo é melhor que você quando se trata de Literatura.
-Se toca garota, todo mundo sabe que eu sou mais esperta que você.
-Não querida, até minha priminha de 4 anos é mais esperta que você. –Susan disse chegando ao meu lado. Eu ri.
-Ah Parker, Parker, você se acha a melhor, quando nem ao menos sabe se controlar e fica ai se cortando.
-Tsc tsc, -balancei a cabeça- acho que tenho que ter uma conversinha com a senhorita Carmem. –Rebeca congelou.
-Quem é Carmem? –uma das garotas que estavam com a Rebeca perguntou.
-Ninguém! Não sei de quem você esta falando Parker.
-Aaaahn entendi, não quer que suas amiguinhas saibam que sua mãe não é rica que nem a Michely.
-Como assim? –as “cadelinhas” de Rebeca ficaram se perguntando.
-Tudo bem, chega por aqui. –Rebeca saiu bufando de perto de mim.
-Hey Jane. -uma das meninas me chamou- Como assim a mãe da Rebeca não é rica?
-Se acalmem meninas, logo logo vocês vão saber. –sorri e sai dali com a Susan ao meu lado.
Eu e Susan fomos para a arquibancada do ginásio para ver o treino dos meninos do basquete.
-Também quero saber dessa história ai ein Jane
-Calma Susan, eu disse, logo todo mundo vai saber.
-Jane, Jane... Olha lá onde você está se metendo ein!
-Não estou me metendo em nada de mais.
-Amiga, não faça nada de ruim.
-Pode ficar tranquila Susan, eu sei o que estou fazendo.
-Certeza?
-Aham.
-Depois não diga que eu não avisei!
-Ta Susan, agora olha lá os meninos, eles jogam bem pra caramba!! –tentei mudar de assunto’
-Uhumm... –ela falou desconfiada.
Eu ri com aquilo.
[continua]

ooi amore então  sei que fiquei dois dias sem postar mas é porque essa ib tá praticamente completa e salva no meu notbook, e to na casa da minha vó, ai deu mó rolo aqui. Dai minha mãe me manda o cap por e-mail, e vai continuar assim, me desculpem mesmo!! Não vou deixar de postar agora viu meninas, não mesmo. Até mais < 3

sábado, 31 de agosto de 2013

A Thousand Years – capítulo 19 “parque de diversões”


-Eu... hãn... –Justin coçou sua nuca.
-Ele vai dormir aqui, pai. –olhei para Justin e ele me encarou confuso.
-Dormir aqui? No mesmo lugar que você? Nananinanão. –meu pai fez com o dedo o sinal de não. Eu ri com o “nananinanão” dele.
-Ah pai, para disso, a gente é só amigo, amanhã é domingo ainda, qual é o problema?
-Hum... tudo bem, mas com uma condição!
-Diga.
-Ele no sofá e você no colchão.
-Ok. -revirei os olhos- Agora vai deitar que você tem que ficar de repouso.
Meu pai foi deitar e eu voltei ao colchão. Justin se deitou no sofá.
-Achei que seu pai ia me tirar daqui aos chutes. –eu ri com a expressão dele.
-Que nada, meu pai paga de durão, mas é sossegado.
-Uffa. Mas acho melhor eu ficar aqui no sofá mesmo, vai saber se ele não volta aqui.
-Ta, então boa noite.
-Boa noite.
Em questão de segundos, eu estava dormindo.

P.O.V Justin

Ela dormiu antes de mim, e eu fiquei observando seu rosto angelical. A minha vontade era de deitar ao seu lado e dormir abraçado a ela.
Um tempo depois eu já estava dormindo também.
Acordei com Jane me chamando.
-Justin? Acorda ai seu dorminhoco.
-Bom dia pra você também. –cocei meu olho.
-Seu cabelo está lindo ein Justin. –ela riu com a mão na boca.
-Oh, me desculpe senhorita “eu acordo perfeito”.
-Ninguém mandou acordar depois que eu.
-Ta, ta. To indo embora.
-Já?
-Por quê? Quer que eu fique?
-Eu queria fazer alguma coisa hoje, mas já que quer ir embora, vou chamar Susan e Cody. –ela deu meia volta e quando ia subir as escadas eu a chamei.
-Não Jane, espera. Vamos sair então.
-Há! –Ela levantou as mãos, vitoriosa. Eu ri.
-Vai se arrumar que eu ainda tenho que passar em casa.
Ela concordou e eu arrumei meu cabelo rápido e fui pra casa, chegando lá encontrei com minha mãe na sala.
-Justin! E ai, como foi à noite?
-Sossegada. -sorri pra ela- Só vim me arrumar, eu vou sair com a Jane.
-Tudo bem querido, só não volte tarde, amanhã você tem aula. –revirei os olhos e subi.
**
-Então, aonde vamos? –Jane parecia impaciente no carro.
-Espere e verá. –sorri pra ela.

P.O.V Jane

Depois de quase 1 hora, Justin parou em frente a um parque de diversões.
-Não creio que me trouxe aqui. –sorri feliz.
-Gostou?
-Faz séculos que não venho em um!
-Ta, então vem.
Saímos do carro e o Justin pagou as entradas.
Logo que entramos eu vi a montanha russa.
-Eu quero ir! Vamos Justin, vamos logo! –puxei ele pra montanha russa.
Entramos na fila e o Justin não estava com uma cara legal.
-Jane, tem certeza que quer ir nesse brinquedo? Tem mais uns 50 aqui no parque.
-Justin, você ta com medo? –ri abafada.
-Ta, eu não curto muito montanhas russas. –ele abaixou o olhar.
-Ah, para de bobeira, vai da tudo certo.
-Acho melhor eu ficar te esperando aqui fora.
-Nada disso, você vai comigo e pronto! –Fiz bico e por relance Justin selou meus lábios. Senti minhas bochechas corarem.
-Hãn, desculpa... fiz por impulso. –ele coçou a nuca.
-Não faz mal...
-Podem entrar. –a mulher disse para nós.
-“Nos próximos 3 minutos vocês terão que colocar os equipamentos de segurança, guardar as câmeras e celulares, e quem quiser sair do brinquedo, a saída é logo a esquerda.”
Olhei para Justin esperando ele dizer alguma coisa, mas ele apenas apertou seu sinto de segurança e segurou na minha mão, quando menos esperei o brinquedo começou a andar.
**
-Uffa! -tentei retomar a minha respiração normal- Meu cabelo ta bagunçado? -Justin não respondeu, ele estava com os olhos arregalados- Ta tudo bem?
-Ta, só que... eu gostei e tudo mais, mas ela tinha que ter aquelas voltas todas?
-Para disso Justin, foi muito legal. Agora vem cá, vamos ver a nossa foto.
Olhei para o telão e vi nossa foto. Eu estava com as mãos levantadas e gritando sorridente, enquanto o Justin estava com as mãos em mim e os olhos fechados. Eu ri com aquela foto.
-Não gostei da foto. –ele falou emburrado.
-Eu sim. Vou querer uma cópia, por favor. -disse para o homem que estava ali- olha isso, vou guardar essa foto pra sempre. –ri mais ainda.
-Ta Jane, eu entendi que meu medo de montanha russa te faz rir, mas da pra parar, por favor? -ele disse bravo.
-Nossa, me desculpa. –parei de rir.
Sentamos em um banco ali, mas ficamos em silêncio por um tempo, até que ele disse:
-Quer ir embora?
-Na verdade não, mas você parece que sim.
-Não! Eu só... ah, quando eu era menor eu fui numa dessas montanhas russas, e vomitei na menina que eu tinha saído junto, ela saiu correndo e nunca mais falou comigo.
-Hum, entendi, mas deixa isso pra lá Justin. Em que brinquedo vamos agora?
-Que tal o rio bravo?
-Legal!

[continua]


Ain amores desculpa por não ter postado nem ontem e hoj, odeio ficar sem postar mais é que aconteceu uns imprevistos aqui em casa, enfim por causa disso amanhã irei posta dois capítulos (: então tadinho do Justin, tem medo de motanha russa ushahusauhsa ainda bem que Jane e eles se entederam, está na hora deles começarem a namorar gente! até amanhã < 3