sexta-feira, 13 de setembro de 2013

A Thousand Years - capítulo 30 [ÚLTIMO CAPÍTULO + Agradecimentos]



-Tchau minha filha, qualquer coisa me liga tudo bem? Eu te amo muito. 
-Tudo bem mamãe, se cuida. Eu também te amo. 
Acenei para ela e depois que ela embarcou, eu e vovô fomos embora. 
Chegando em casa, deitei no meu quarto novo, ainda um pouco bagunçado e logo recebi uma ligação. Era número desconhecido. Resolvi atender. 
-Alô? 
-Jane? Aqui é a Rebecca...
[continua]


-Rebecca? O que você quer comigo? -aumentei o meu tom de voz.
-Não pense que quero confusão, porque isso é o que eu menos quero. Podemos nos encontrar pra tomar um café ou um sorvete?
-Hmm... Tudo bem. Amanhã umas 11 horas podemos nos encontrar naquela sorveteria que você me fez passar vergonha uma vez. -disse em um tom que ela entendesse que eu sentia raiva por ela. 
-Me desculpa mesmo. Tudo bem, 11 horas em ponto. Até lá. 
Ela parecia estar triste, não sei... 
Bom, vamos esperar até amanhã, vai saber o que ela quer de mim. 
Eu estava morta de sono, então assim que me virei, acabei dormindo.

**

-Porque me chamou aqui Rebecca? Não é mais umas de suas armações não né?
-Por favor, apenas me escute.
-Tudo bem. -concordei vendo sua cara triste.
-Olha, eu sei que minha vida inteira eu te fiz mal, mas eu peço perdão por todo esse mal, e peço para você esquecer o passado. Depois que a notícia de meus pais verdadeiros correu para todos, eu fiquei sozinha, mas me fez abrir os olhos. As pessoas que eu achava que eram meus amigos, me ignoram e me xingam o tempo todo, o Brad foi preso porque roubou, e mesmo sabendo que ele não dava a mínima pra mim, eu amo ele, infelizmente... Enfim, eu fui falar com minha mãe, a Carmem, pedi perdão a ela também e perguntei se ela queria se mudar para minha casa, que é enorme e tudo mais... Jane, obrigado e me perdoe, você pode não querer ser minha amiga, mas pelo menos me dê o seu perdão?! 
Meu Deus! Aquela era a Rebecca que eu conhecia? Que me atormentou a vida inteira? Acho que essa Rebecca foi abduzida e trouxeram outra porque né... 
-Eu não sei o que aconteceu, mas alguma coisa me diz que você está sendo verdadeira. Eu te desculpo Rebecca, só me prometa que não vai fazer mais nenhum mal a ninguém! 
-Pode deixar! 
-E é claro que podemos ser amigas. -sorri pra ela.
Tomamos nossos sorvetes e depois fui embora pra casa, teria muita coisa pra fazer ainda...

**

-Uffa, acho que acabei! -pensei alto. 
Ouvi meu celular tocar e era o Justin. 
-Amor? Está tudo bem?
-Oi Justin. Tudo bem sim, só estou cansada. Acabei de arrumar minhas coisas  agora. 
-Nossa, pelo jeito tinha muita coisa! -ouvi a risada dele. 
-Uhum... Mas então, porque ligou? 
-É que ouvi falar de uma festa que vai ter hoje, quer ir?
-Pode ser. Que horas? 
-Daqui a 1 hora e 30. 
-Vou começar a me arrumar, beijos.
Antes de entrar no chuveiro, mandei uma mensagem para a Susan e para a Rebecca para elas irem na festa também. Sim, para a Rebecca. Acho melhor dar uma chance para ela.
Entrei rápido no banheiro e tomei banho. Sai, enrolei a toalha na cabeça e fui me maquiar. Sequei meu cabelo e depois fui no meu closet pra ver se tinha alguma roupa boa para eu ir... 
Depois de muito escolher, peguei essa:
Retoquei um pouco mais a maquiagem e ouvi a buzina. 
Desci e Justin desceu do carro para me dar oi, não tinhamos nos visto a 2 dias.
-Wow. -ele arregalou os olhos sorri do.
-Que foi?
-Vou ter que ficar de olho em você a noite toda se não vão querer te roubar de mim...
-Ah para! -corei.
-Jane, você ta muito gata! 
-Ta Justin, agora vamos. 
Entramos no carro e fomos para a festa.
Uns minutos depois chegamos a festa, era onde parecia ser um clube com piscina e tudo mais, com uma casa enorme onde saia um som alto. 
-Aqui é bem legal né.
-Aham. -Justin disse parecendo animado. 
Avistei a Susan com o Cody e fui em direção a eles, Justin pareceu falar com alguns amigos. 
-Amiga! Você está gatona!!!! -Susan disse.
-Ain para, você que ta! Cody, melhor você ficar de olho ein! -rimos.
-Mas é isso que eu estou fazendo. 
Avistei Rebecca sozinha chegando de carro e fui até ela.
-Obrigada por me convidar. Se não fosse por você ninguém iria falar nada pra mim. 
-Relaxa becca, aproveita a noite.
As pessoas estavam olhando para nós duas. Mas é claro, a menina que me zoava está sendo gentil comigo! Vi Justin me olhar, Susan e Cody também.
-Não se importa com os olhares?
-Nem um pouco. Vem! -A puxei pra perto da Susan. 
-Oi. -Rebecca acenou sem graça. Susan me puxou rápido para um canto.
-Ta maluca de falar com ela?
-Fica quieta amiga, ela me perdiu perdão, nós conversamos e nos entendemos!
-Hmm, então ta... 
Justin chegou perto de mim e eu apenas disse:
-Está tudo bem, nós nos entendemos.
Ele concordou e nós finalmente entramos na festa. 

**

A festa estava ótima, muito animada e sem confusão alguma. 
-Justin, vou buscar alguma coisa pra tomar tudo bem?
-Não demora.
-Ta. -sorri pra ele. 
Fui até o balcão de bebidas e fiz meu pedido.
-Uma batida de morango com um pouco álcool por favor.
O garçom concordou e foi fazer meu pedido. Aguardei sentada quando alguém me chama.
-Jane? Que bom te ver! 
Aquela voz não era estranha. Me virei e dei de cara com o Logan. Sim, o Logan. Mas como? Ele não estava cursando medicina?
-Logan? 

FIM..... POR ENQUANTO. 
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Geeente auhauhauha p0rque vocês acham que acabou assim? TCHAM TCHAM TCHAM TCHAAAAMMM... 
VAMOS TER A 2 TEMPORADAAAA!! AEEE! 
Hahaha
Galera, pra quem não lembra, o Logan ficou com a Jane no luau depois dela ter saído da clínica de reabilitação, mas saiu da história porque foi fazer faculdade de medicina... Porque será que ele voltou ein? uhashuas vocês vão saber logo logo na 2 temporada de A Thousand Years!! 
Obrigado a todas vocês minhas lindas leitoras, nunca pensei que teria tantas visualizações na minha ib quanto eu tive aqui! Obrigada mesmo. 
Vou ver se consigo fazer uma sinopse ou um trailer pra 2 temporada. 
Então... Até mais hehehe < 3

terça-feira, 10 de setembro de 2013

A Thousand Years - capítulo 29 [PENÚLTIMO CAPÍTULO]


-Então vovô, minha mãe vai ter que ir para NY de novo, e eu teria que ir com ela, mas eu não quero, pois me sinto bem aqui. Queria saber se eu posso ir morar com vocês, se não for incômodo.
Meu avô olhou para minha avó e eles pareciam pensativos. Será que vou poder morar com eles, ou eu vou ter que ir para NY e deixar tudo aqui? 
[continua]

Com a demora deles, achei que eles não iriam deixar. Até abaixei minha cabeça e meu sorriso se desfez, quando ouvi meu avô pigarrear para dizer algo. 
-Querida... Como seu pai era filho único, nunca tivemos tanto trabalho de cuidar de crianças ou adolescentes, pois ele saiu logo de casa, ele era independente, fazia de tudo para conseguir construir uma vida o mais rápido possível, então... Seria um honra ter minha neta em casa todos os dias. -sorri com a resposta dele. 
-Obrigada vovô, -o abracei- obrigada vovó! Prometo que não vou dar trabalho para vocês! E garanto que logo logo entro em uma faculdade e vou dar orgulho pra vocês. -eles sorriram- Eu amo vocês! -Os abracei novamente. 
Nem estava acreditando que iria ficar em Atlanta! OMG! Abracei Justin e ele me puxou rápido para o canto para dizer que estava feliz por mim e pela gente, porque agora poderíamos seguir nosso namoro sem problemas e sem preocupações. 
Fiquei ali conversando mais com meus avós e minha mãe. 
-Tenho que ir pra NY amanhã a noite. Vocês podem ir lá na casa pegar as coisas da Jane, os móveis ficam lá, Jane vai saber o que fazer, afinal, a herança é toda dela. -mamãe me entregou a chave da casa do papai, fiquei feliz por ela confiar em mim. 
-Obrigado mamãe. Eu te amo. 
-Eu também te amo filha. 
-Bom... acho que está tarde. Vamos querido? -vovó disse. 
-Sim... 
-Vamos também Jane? -minha mãe disse.
-Sim, estou cansada. 
Nos despedimos de Justin e de Pattie e eu e minha mãe demos tchau para o vovô e a vovó. Amanhã o dia seria corrido e eu tinha que descansar. 

**

Acordei logo cedo para começar a arrumar as coisas. Entrei no chuveiro e tomei uma ducha rápida. Coloquei uma roupa qualquer e peguei meu celular. Iria pedir a ajuda para Susan. 
O celular tocou, tocou, tocou, até que alguém atendeu. 
-Alô?
-Oi Jane. -Parecia a voz de Cody, e bem sonolenta. Ri comigo mesma. 
-Cody? O que ta fazendo ai?
-É... -alguém pareceu interromper ele. 
-Oi Jane, amiga, podemos conversar depois? Acabei de acordar. 
-E pelo jeito a noite foi looooooooooooonga ein! -ri alto. 
-Ha Ha engraçadinha. Agora vou indo. 
-Não, espera!
-O que foi?
-Pode me ajudar a arrumar minhas coisas? Vou me mudar?
-MASOQ?? COMASSIM? JANE VOCÊ VAI ME ABANDONAR? 
Ri mais ainda. 
-Calma sua louca. Eu ia para NY por causa da minha mãe, porém vou morar com meus avós aqui em Atlanta.
-Uffa. Não me assusta mais assim, por favor. 
-Você vem ou vai ficar o dia inteiro na cama com o Cody?
-Cala a boca, em 30 min eu to ai. 
-Ok, beijos. 
-Babaca. -desliguei rindo muito. 
Cody dormiu na casa da Susan ou a Susan dormiu na casa do Cody? Eis a questão... 
Já que Susan iria demorar um pouco, desci para comer alguma coisa. Minha mãe estava na cozinha. 
-Bom dia. -disse animada. 
-Mas que ânimo! É tanta felicidade assim porque eu vou embora?
-Ah para mãe. Eu só to feliz po. 
-Uhum... Está com fome?
-Sim! -sorri- Faz panquecas? 
-Mas é claro madame. -ela imitou um garçom. ri dela. 

**

-Ai meu Deus Jane, é muita roupa e muito sapato pra uma pessoa só! -Susan disse olhando para meu closet. 
-Nada ver Susan. Vamos logo porque temos muita coisa para empacotar ainda. Vou deixar só os móveis aqui. 
Liguei o som e estava tocando "One way or another" e eu e Susan começamos a dançar. 
O caminhão de mudança iria chegar por volta das 15 horas, 1 hora antes estava tudo arrumado. 
Resolvi deixar as coisas do meu pai aqui. Eu não vou vender essa casa, vou ficar com ela, vir aqui quando sentir falta, mandar limpar quando precisar... É, ele vai fazer falta, e muita. 
Quando o caminhão de mudança chegou, uns caras começaram a colocar as coisas lá, e depois de eu ter trancado a casa, eu e Susan seguimos para casa dos meus avós. 
Depois de exatos 30 minutos, chegamos lá. Eu apenas observei o lugar, tinha me esquecido de como a casa dos meus avós era enorme, praticamente uma mansão. Da última vez que vim aqui, lembro que ficava brincando com as crianças na rua, era com certeza muito divertido. 
Entramos na casa e minha vó me guiou para um lugar.
-Este era um dos quartos de hóspedes, o maior pra ser mais exata. 
-É lindo vovó. 
E era mesmo!
-Podemos tirar essas camas pequenas e colocar uma maior, que tem em outro quarto, e depois de um pouco de decoração de seu gosto vai ficar melhor. 
-Está ótimo! Obrigada mesmo vovó. Eu te amo.
-Também te amo. 
Começamos a arrumar as coisas, mas estava ficando tarde, e teríamos que levar minha mãe para o aeroporto. 
Iria falar com Susan, mas ela estava no celular. 
-Sim... é esse endereço mesmo. Tem certeza que não quer que eu pegue um táxi? ...... Tudo bem, eu te amo. 
-Cody?
-Sim. Ele vem me buscar. 
Hum... Vou esperar ele chegar e depois vou tomar um banho, estou exausta. 

**

-Tchau minha filha, qualquer coisa me liga tudo bem? Eu te amo muito. 
-Tudo bem mamãe, se cuida. Eu também te amo. 
Acenei para ela e depois que ela embarcou, eu e vovô fomos embora. 
Chegando em casa, deitei no meu quarto novo, ainda um pouco bagunçado e logo recebi uma ligação. Era número desconhecido. Resolvi atender. 
-Alô? 
-Jane? Aqui é a Rebecca...
[continua]


Aaaaaaah e agora?? O que a Rebecca quer com a Jane? haha só amanhã no ÚLTIMO CAPÍTULO! Espero que vocês consigam se surpreender amanhã,é isso que eu mais quero. Boa noite, e até amanhã (:

segunda-feira, 9 de setembro de 2013

A Thousand Years - capítulo 28 "Jantar"


Eu não queria aceitar que teria que ir realmente para NY, mas parecia não ter mais jeito. Estava em casa deitada na minha cama, Justin já tinha ido embora a um tempo. Não parava de pensar sobre o assunto, então pensei comigo mesma:
-Meu Deus, eu não posso ir pra NY! Vou deixar meus amigos e o Justin, não quero isso pra mim. Posso tentar falar com algum parente meu. Tem a Tia Luci, irmã da mamãe, mas sei lá, ela mora a pelo menos 2 horas daqui... Acho melhor não. Tem o tio Carlos também, irmão da mamãe, mas eu nunca tive tanto contato com ele, não posso chegar na casa dele e simplesmente dizer "oi tio, você não lembra de mim, mas eu sou filha da Rose e vim morar com o senhor" nem ferrando vou dizer isso. Mas espera... tem o vovô Rick e a vovó Emma, pais do meu pai. Faz muito tempo que não os vejo, provavelmente os verei amanhã no enterro do papai. Me lembro até hoje de quando fui a fazenda deles, eu tinha pelo menos uns 8 anos, tentei montar a cavalo, o papai e o vovô estavam lá me dando dicas e me ajudando, e logo lá estava eu, cavalgando e sentindo o vendo nos meus cabelos... Posso falar com eles mesmo, sinto falta da comida da vovó, e que comida! Que eu me lembre, eles moram por aqui em Atlanta. É, está decidido, vou falar com eles!
Parei de pensar e fui correndo falar com minha mãe, apesar de já estar tarde.
-MÃE MÃE MÃE MÃE MÃE -desci correndo gritando por ela.
-Humm? Que foi menina, para de gritar! Eu já estava dormindo.
-Desculpa. Preciso falar com você.
-O que é tão importante para você me dizer a essa hora?
-Não vou pra NY com você...
-Achei que essa história já tinha acabado! Você vai comigo e ponto fin...
-Calma, não terminei de falar. Vou falar com o vovô e a vovó, pais do papai.
-Mas minha filha, você mal fala com eles.
-Qual é o problema? Mãe, eu quero ficar aqui! Quero fazer faculdade aqui, meus amigos e meu namorado estão aqui.
-Bom... não custa nada tentar não é?!
-Obrigada mamãe. -abracei ela.
-Nossa, a quanto tempo não me chama de mamãe. -rimos.
Subi pro meu quarto e fui me deitar, amanhã seria o enterro do meu pai.

**

P.O.V Justin

Ela estava muito triste. Estávamos no enterro do pai dela e eu estava ao seu lado, abraçando-a para tentar acalma-la um pouco. Com certeza, ter um pai falecido deve ser horrível, mesmo meu pai não estar morando comigo, eu sei que ele está vivo e isso já me deixa tranquilo.
Vi ela depois abraçando um casal de senhores, acho que eram os avós dela. Fui pra perto dela e a abracei pela cintura.
-Ó, vovô e vovó, este é meu namorado.
-Prazer em conhece-los. Sou Justin Bieber.
-Prazer é todo nosso garoto, Eu sou Rick Parker Collen e essa é minha esposa Emma Parker Josen. Espero que você cuide bem da nossa menina, ainda mais agora numa situação dessas. -disse o senhor Collen.
-E eu vou. Eu amo a neta de vocês e só quero o bem dela.
-Você parece ser um cara gentil mocinho. -disse a senhora Josen.
-Obrigado senhora Josen. Eu sei que não é uma hora apropriada, mas eu queria perguntar se a senhora e seu marido queriam ir jantar em casa hoje, minha mãe pediu para que os convidassem.
-Ó, nos adoraríamos não é querido?
-Sim, porque não? Podemos nos conhecer melhor, e Jane poderá colocar o assunto em dia, afinal, faz uns 5 anos que não a vejo querida?
-Isso mesmo vovô. E eu preciso conversar com vocês, mas só irei dizer na hora do jantar.
-Tudo bem.
O corpo foi enterrado e Jane ainda estava meio tristonha. Levei ela em sua casa para que ela descansasse um pouco, e depois estar bem disposta ao jantar.

P.O.V Jane

Acordei e fui tomar banho. Sai do meu banho e gritei para que minha mãe começasse a se arrumar. Liguei para o vovô passando o endereço da casa de Justin e eles disseram que não ficava tão longe assim. Comecei a me maquiar e em 1 hora eu estava pronta:

[a segunda]

Chamei minha mãe e ela já estava pronta também. Fomos com o carro dela para a casa de Justin. 
Em pouco tempo chegamos lá e eu apertei a campainha. Justin atendeu, ele estava lindo. 
[a segunda]

-Jane, como você está linda! -ele me selou- E você também senhorita Thomas. Entrem, por favor. 
-Com licença. -disse e entrei de mão dada com Justin. 
Fomos para os fundos, onde uma grande mesa estava arrumada e luzes estavam penduradas. Tinha frutas pela mesa e algumas coisas para beber. Cumprimentei Pattie e eu e minha mãe sentamos. Logo a campainha toca de novo e Pattie foi atender. Eram meus avós. Os beijei no rosto e eles se sentaram. 
-Sinto muito pelo acontecido. -Pattie disse- Mas temos que pensar que foi melhor assim, pois ele estava sofrendo com aquele câncer, e pelo menos agora ele está num lugar melhor. -Uma lagrima desceu sobre meu rosto, mas eu logo limpei. 
-Agora vamos comer, por favor, estou morrendo de fome. -disse Justin, todos riram. 

**

-Então vovô, minha mãe vai ter que ir para NY de novo, e eu teria que ir com ela, mas eu não quero, pois me sinto bem aqui. Queria saber se eu posso ir morar com vocês, se não for incômodo.
Meu avô olhou para minha avó e eles pareciam pensativos. Será que vou poder morar com eles, ou eu vou ter que ir para NY e deixar tudo aqui? 
[continua]


Sei que vivo pedindo desculpas, mas anda acontecendo muita coisa comigo, enfim ontem de noite que eu ia postar, estava escrevendo já, a internet cai e não volta -.- uhuhsaashu então... agora sobre a Ib: SErá que Jane  vai ter que deixar Justin e seus  amigos em Atlanta e se mudar pa NY com sua mãe? só no próximo capítulo, que a propósito é o penúltimo capítulo hehe. Beijos < 3 

sábado, 7 de setembro de 2013

A thousand years - capítulo 27 "Ele quer te ver antes de partir."


Ouvi meu celular tocar, abri os olhos devagar e Justin me perguntou sonolento: 
-Quer que eu atenda? 
-Não, pode deixar... -e então ele voltou a dormir. 
Atendi o celular. 
-Alô?! 
-Senhorita Parker? 
-Sim? 
-Aqui é do hospital central de Atlanta, temos uma informação para dar para a senhorita...
-O que aconteceu? Meu pai está bem?
-Se acalme senhorita Parker, foi pedido para que você venha para o hospital o mais rápido possível! 
-Tudo bem, estou a caminho. 
Justin se levantou um pouco com a conversa. 
-O que houve? 
-Me ligaram do hospital e pediram para que eu fosse para lá. 
-Eu vou me aprontar.
-Não precisa Justin! 
-Claro que precisa, eu vou com você. 
Assenti por fim e nós nos arrumamos para ir para o hospital. 

**

-Como assim? -perguntei incrédula ao saber que meu pai estava na UTI. 
-Se acalme senhorita, sua mãe te espera na sala 51, me acompanhe. 
Eu já estava muito preocupada, mas Justin estava me acalmando e cuidando muito bem de mim. 
Cheguei na sala onde minha mãe estava e logo a vi chorando.
-Mãe, você esta bem?
-Filha, o seu pai quer te ver... Ele...-ela não conseguia dizer nada por conta do choro- ele quer te ver antes de partir.
Como assim? Meu pai vai morrer? 
-Meu pai vai morrer mãe? Eu não quero que meu pai morra! EU NÃO QUERO! -gritei soltando um choro em seguida. Justin veio junto a mim e disse para eu me acalmar. 
-Me acompanhe senhorita. -disse a enfermeira. Ela me levou para a sala onde meu pai estava. 
Chorei mais ainda quando vi a situação que meu pai estava. Ele estava branco, cheio de tubos em seu corpo. Meu Deus.
-Pai, por favor pai, não me deixe. eu te amo -peguei em sua mão, ele estava gelado.
-Minha filha, minha princesa, minha vida. -ele disse com a voz falha- Eu te amo, mas está na minha hora. Sua mãe cuidará bem de você. 
-Mas pai, eu preciso de você comigo! -disse quase sem voz, não dava pra acreditar.
-Mas eu vou estar com você, só que no seu coração, e na sua mente. Justin, rapaz, venha cá.
Justin foi se aproximando do meu pai.
-Sim senhor Parker?!
-Eu sei que você é um bom rapaz e vai saber cuidar bem da minha filha... Então por favor, não a deixei só.
-Obrigada senhor, pode deixar, vou cuidar muito bem da sua filha, eu a amo. 
-Filha, eu te amo muito...
Nesse momento, só consegui dizer "Eu também te amo, pai" e depois ele fechou seus olhos lentamente, até aquela máquina começar a dar sinal de que os batimentos cardíacos tinham caído. Eu sabia que meu pai precisava ir, mas eu não queria que ele fosse. Meu pai sempre foi e sempre será meu herói. Sai do quarto onde meu pai estava e pedi para que Justin me levasse embora, não estava me sentindo bem. Minha mãe ficou no hospital para resolver coisas do velório do meu pai e tudo mais, sei que não aguentaria ficar lá também. 

**

Eu acabei dormindo um pouco, quando acordei e fui pra sala, Justin estava assistindo TV. 
-Está melhor? 
-Um pouco... Mas tudo bem. 
Neste momento minha mãe chegou.
-Oi minha filha, você esta melhor?
-Sim mãe. E quando vai ser o velório?
-Amanhã cedo. Filha eu preciso conversar com você. -ela disse e olhou para o Justin. 
-Agora sim, Justin, nos de licença por favor? Pode esperar no meu quarto.
-Tudo bem, qualquer coisa me chama. 
Sentamos no sofá e então minha mãe começou a falar. 
-Filha, agora que seu pai se foi, você só tem a mim. Eu não posso abandonar o meu emprego em NY filha, você vai ter que ir comigo. 
-O que? NEM PENSAR!
-Olha, não grite comigo menina, eu sou sua mãe! 
-Porque você acha que eu vim morar com meu pai? Eu não aguento mais morar em NY, não aguento mais você descarregando tudo do trabalho em mim, não aguento mais aquelas ruas barulhentas e aquelas pessoas metidas! Eu não vou com você.
-Então você vai morar onde ein senhorita adulta. -ah mas ela não fez isso! Odeio quando ela fala no tom de sarcasmo. 
-Eu posso morar aqui, posso dividir a casa com alguém, ou simplesmente morar sozinha.
-Você nem trabalha e já quer morar sozinha? 
-Eu posso arrumar emprego. Daqui uns meses eu ja completo 18 anos, tenho responsabilidade!
-Ah mas você ta de brincadeira comigo não está Jane Parker?! Você vem comigo para NY você querendo ou não! O assunto acaba aqui!  
Ela me deu as costas... ARGH! ODEIO ISSO! 
Subi para meu quarto batendo os pés e depois bati a porta. Ouvi minha mãe gritar algo, mas nem me importei. Tranquei a porta e fui para cama. Justin ficou me olhando com um olhar preocupante.
-O que aconteceu? 
-Minha mãe... Ela quer me levar de volta pra NY, mas eu não quero. 
-O que?? Você não pode ir pra lá, não quero ficar longe de você Jane. -ele olhou tristonho para mim.
-Eu também não quero, mas eu não tenho onde ficar. 
-Fica em casa! Minha mãe não iria se importar, nem um pouco. 
-Justin, isso é loucura. Eu não tenho escolha... Vou ter que ir pra NY com minha mãe. 
[continua]

então mais um cap meninas, espero que tenham gostado desse cap. bjs

sexta-feira, 6 de setembro de 2013

A Thousand Years - capítulo 26 "aceita?"



-Está melhor?
-É...
-dei um selinho nela- Sua mãe disse que iria ao mercado e depois passaria pra ver seu pai.
-Tudo bem, mas tarde eu vou visita-lo também.
-Sua mãe cuida bem do seu pai né?! Você não disse que eles são separados?
-Mas são. Eles sempre se gostaram, mas se separaram pois brigavam muito e também porque minha mãe recebeu uma proposta de emprego em NY...
-Entendi. Vamos tomar café? Eu que preparei tudo. -sorri.
-Vamos então, quero ver a bagunça que você fez.
Ri dela e descemos para a cozinha.

**

-Vai amor, vamos ir na praça encontrar o pessoal! -disse dengoso, ela não queria sair de casa.
-Ta ta! Me dê 30 hora e eu fico pronta. Chatonildo! -ela me deu um selinho.
Esperei ela tomar banho e se arrumar, e então iríamos para a praça e eu poderia fazer minha surpresa.
Logo que ela terminou, peguei minhas chaves e fomos para a praça, já  passava das 19 da noite e um pessoal bem legal ia se encontrar na praça. Quando chegamos, fomos procurando pelos amigos de Jane, que também estariam por lá. Logo os achamos.
-Oi genteeeeee! -Jane disse abraçando os dois, eu os cumprimentei. -tem bastante gente aqui né?
-Aham, alguns então aqui pra beber, mas nada além do permitido, todos acima de 18 anos. -disse Susan.

P.O.V Jane

Ja tinha se passando um tempinho e Justin me chamou para um lugar reservado, não sei, mas sinto cheiro de surpresa! Haha.
Por fim acabamos indo pro carro do Justin e indo para um estrada que dava para um lago. Aquela noite estava linda! A lua estava cheia e cheio de estrelas a sua volta, era uma noite perfeita para pedir alguém em nam... Espera... AI MEU DEUS! Af melhor eu ficar quieta e escutar o que ele tem pra me falar.
-Jane, eu não sou muito bom em declarações, mas você sabe que eu te amo não sabe? -concordei sorrindo, porque sabia no que isso ia dar- Então, a gente já ta meio que junto, mas eu quero oficializar isso.
Ele tirou algo do bolso, era uma caixinha!! OMG OMG OMG SE ACALME JANE!
-Jane, você aceitaria esse colar como minha prova de amor pra você? -ele olhou nos meus olhos- e aceitaria namorar comigo?
Eu não pensei duas vezes e dei um beijo nele.
-Mas é claro que sim meu amor, eu te amo!
-Eu também teu amo princesa.
Depois que ele colocou o colar em mim, voltamos para a praça e eu logo fui falar com a Susan:
-AMIGA MEU DEUS EU PRECISO TE CONTAR!!!
-Ai calma Jane sua louca! Fala logo!
-O Justin oficializou o nosso namoro.-mostrei o colar pra ela.
-Awwwwn que fofo amiga! Parabéns pra vocês.
Voltei para o lado de Justin e ele estava com um copo de cerveja.
-Amor, sério mesmo que você vai beber?
-Só um copo, depois vamos pra casa ta? -ele mordeu o lábio inferior e apertou minha cocha.
-Hmmm que selvagem, não quer ir pra casa agora? Minha mãe vai dormir no hospital.
-Ora ora, a casa é só nossa então?
-Uhum. -fiz cara de inocente.
-Então vamos. -ele sorriu.
Nos despedimos do pessoal e fomos para casa, e como previsto, minha mãe não estava.
Já era tarde da noite, nós mal chegamos no quarto e Justin já foi me jogando na cama.
-Nossa! Mas que vontade é essa hein?! -sorri pra ele.
-É vontade de você, vontade de sentir esse seu corpo gostoso só pra mim.
-Mas vamos com calma, sem pressa.
Me levantei e tirei minha blusa, estava com um conjunto vermelho. Fui indo pra perto dele e tirei a sua camisa. Ele me olhava mordendo os lábios e passava a língua toda hora. Fui indo pra calça dele e assim que vi seu membro ereto sorri.
-Tem certeza disso? -ele perguntou.
-Claro que sim.
E abocanhei o seu membro para deixa-lo com mais tesão do que eu estava. Olhei para ele por um momento e lá estava, revirando os olhos de tanto prazer. Ainda lá no seu membro, comecei a fazer movimentos que deixou ele gemer alto, e então ele pediu:
-Para, para se não eu vou gozar.
-Então ta.
Ele se recuperou rápido e logo eu estava por de baixo dele. Então ele disse:
-Agora é minha vez.
Tirou minha calça e minha calcinha tão rápido que mal pude ver. Ele provocou um pouco passando o dedo em minha intimidade, mas logo foi descendo beijando minha barriga e depois, lá estava ele, dando beijos e mexendo sua língua de um jeito que eu me contorci. Estava bom, claro que estava. Ele logo levantou limpando a boca e disse:
-Ta toda molhadinha ein. -sorri com aquilo.
-Agora vamos logo, pegue a camisinha que eu quero você dentro de mim!
Ele levantou, foi até sua mochila e pegou a camisinha, se deitou de novo, colocou a camisinha e eu subi em cima dele. Senti uma leve dor mas logo meu corpo estava leve. Em movimentos de vai e vem, eu comecei a gemer.
-Eu....Eu quero gritar! -disse quase gritando. -Eu acho.... a-acho que... -gritei sentindo que tinha um líquido saindo de mim. Sim, tinha entrado no orgasmo. E ele também disse que tinha gozado.
Em pequenos movimentos, aos poucos e foi saindo de mim e eu deitei ao seu lado. Respirei fundo e disse:
-A primeira vez a gente nunca esquece, mas a segunda vez é com certeza a melhor.
Ri um pouco, depois me aconcheguei ao seu peitoral, e quando menos esperei, estava dormindo....
[continua]

Ai gente, to tão triste porque ta acabando a ib, mais 4 capítulos eu acho e já acaba :'( mas paa compesar teremos surpresas pela frente husauhsauhsa, enfim vou indo bjs < 3 

quinta-feira, 5 de setembro de 2013

A Thousand Years – capítulo 25 “O câncer se espalhou”


-Tenho que ir, minha mãe deve estar preocupada. –disse pra ele.
-A minha também, não apareci em casa ontem... –rimos.
-Te vejo amanhã?
-Claro. Te amo.
-Eu também.
Sorri, peguei minhas coisas e sai do carro. Entrei em casa e chamei pela minha mãe.
-Mãe? Onde você ta?
-Aqui na cozinha. -fui pra cozinha- Onde você estava? Sabe que ainda está se recuperando.
-Eu estou mais que ótima mãe, fica tranquila. Tava na praia com o Justin, a Susan e o Cody.
-Nesse frio?
-Calma, nós não entramos na água, ficamos apenas na praia.
-Tudo bem, o jantar está quase pronto.
-E o meu pai?
-Depois conversamos sobre isso ta?
-Por quê?
-Jane, vá tomar banho, depois conversamos sobre isso.
-Me diz agora!
Eu estava preocupada, minha mãe não falaria assim se não fosse por ter acontecido alguma coisa.
-Jane...
-Jane nada, eu quero saber do meu pai, e quero saber agora.
-Tudo bem. Senta ai.
-Ele ta bem?
-Nesse tempo que você ficou em coma, mesmo você estando bem agora, ele piorou, não come direito, e não está reagindo aos tratamentos...
-Não. –saiu num sussurro.
Meu pai? Não pode ser.
-Ele disse para não te preocupar, porque ele mesmo tem esperanças de melhorar, e se ele tem esperanças, você também deveria ter.
Começaram a cair lágrimas, não aguentaria ver meu pai mais mal do que já estava.
-Eu provoquei isso, eu sou a culpada por ele estar mal!
-Não Jane, não tem nada a ver com você. O câncer se espalhou, querendo o não uma hora ou outra isso ia acontecer.
Sai dali, mas não com raiva nem nada, apenas sai dali e fui pro meu quarto. Me despi e fui tomar um banho, um banho que eu esperava que ia me ajudar a aliviar.
Assim que terminei, mandei uma mensagem pro Justin.
-“preciso de você, por favor, vem pra cá.”
Nem 1 minuto depois e a resposta chegou.
-“estou a caminho”
Coloquei uma roupa quente e sequei meu cabelo, quando acabei vi que tinha uma mensagem do meu celular.
-“estou aqui na frente da sua casa”
Desci e fui lá pra fora, onde o Justin estava, fui correndo para seus braços e apenas chorei, chorei e ele não entendia nada.
-O que aconteceu meu amor?
-Meu pai... –não conseguia parar de chorar.
-O que tem ele? Respira e fala pra mim.
Fiz o que ele pediu e comecei a falar.
-Ele ta pior, o câncer se espalhou.
-Meu Deus.
-Justin, meu pai não pode morrer!
-E ele não vai, pense positivo, tudo vai dar certo.
-Deus te ouça Justin.
-Quer que eu durma aqui hoje?
-Por favor, preciso de você.
-Então vamos.
Entramos e eu falei com minha mãe, ela disse que tudo bem.
 Fomos para meu quarto e deitamos na cama, Justin tentou me acalmar e eu acabei caindo no sono.
P.O.V Justin
Ela estava muito mal e então a fiz dormir. Não demorou muito pra eu acabar dormindo também.
Acordei sozinho e vi Jane dormindo ainda, olhei no relógio e era 8h00 da manhã, fui para o banheiro e depois deixei um bilhete para ela: “Fui em casa tomar banho, volto logo. XX”
Fui pra casa e encontrei com minha mãe na cozinha passando café.
-Bom dia filho, onde estava?
-Dormi na Jane.
-E como ela está?
-Nada bem. O pai dela está pior.
-Meu Deus, mas acalma ela porque tudo vai ficar bem.
-Eu disse isso a ela já, o problema é que ela esta um pouco em choque com a notícia do pai né?! Mas eu to fazendo de tudo pra ela ficar bem.
-Isso ai, tenta distrair ela.
-Vou tomar banho e depois vou voltar lá ok?
-Tudo bem, me liga se precisar de alguma coisa.
Subi para meu quarto e fui pro banheiro tomar banho. Acabei e fui me trocar, depois peguei umas roupas e coloquei em uma mochila, porque não sabia quanto tempo iria precisar ficar na casa de Jane.
Desci e fui dar um beijo na minha mãe, depois voltei para casa de Jane.
**
-Bom dia! –disse beijando a testa de Jane.
Ela bocejou e se espreguiçou.
-Bom dia. –ela sorriu de canto.
[continua]
Aqui estão, dois capítulos de uma vez  só huasuahsuhsa esperam que tenham gostado e que comentem o que acharam (: e surpresas estão por vir usahuhsa beijos e boa noite .